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Site ensina técnicas de programação para amadores
Postado em 5 de janeiro de 2012 Sem comentáriosO site Code Year oferece lições sobre desenvolvimento de aplicativos e criação de páginas para amadores.
As tarefas são interativas e guiam o usuário por meio de breves explicações. Para iniciar o curso online, é necessário apenas informar um endereço de e-mail. As aulas dispensam a instalação de programas no computador do usuário.
A cada semana, o internauta recebe em seu e-mail um novo desafio. Além disso, o usuário pode compartilhar as conquistas nas redes sociais, convidar amigos, acompanhar o progresso das lições e desbloquear medalhas, que servem para estimular o estudo.
Durante as 48h desde o seu lançamento, mais de 129 mil usuários criaram um cadastro no site. A plataforma foi desenvolvida pela startup Codecademy, que pretende tornar a linguagem de programação popular.
Fonte: INFO
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A Familia Inetweb deseja Boas Festas e um Feliz 2012
Postado em 23 de dezembro de 2011 Sem comentários -
6 passos para otimizar energia do data center
Postado em 13 de outubro de 2011 Sem comentáriosEstudo recente da Universidade de Stanford, conduzido pelo professor Jonathan Koomey, aponta que de 2005 a 2010 houve crescimento de 36% no consumo de energia nos data centers dos Estados Unidos. Um número menor do que muitos analistas previam, mas ainda assim significativo.
Em uma economia em constante instabilidade, vale a pena dar uma olhada em como aumentar a eficiência energética em data centers, especialmente porque, em muitos casos, a eficiência energética pode ser obtida sem grandes reparações de equipamentos ou instalações de TI.
1. Determine o uso
O primeiro passo para tornar a energia do data center mais eficiente é descobrir exatamente quanta eletricidade o ambiente usa, e em que, especificamente, a eletricidade é consumida.“Minha primeira recomendação para os CIOs é realizar uma avaliação do data center para quantificar o que o uso de energia significa para a companhia”, diz John Tucillo, presidente e chairman do conselho do Green Grid, organização sem fins lucrativos dedicada a promover a eficiência dos recursos na data center.
O Green Grid tem uma métrica para uso de energia chamada PUE que envolve dividir o total de energia utilizado em uma instalação pelos equipamentos de TI. “Você não precisa ser sofisticado para quantificar o consumo de energia básica”, diz Tucillo. “Compreender o PUE pode fornecer uma perspectiva sobre como você pode ser mais eficiente”, completa.
2. Verifique a conta
Outra forma bastante simples para registrar melhoria da eficiência energética é sempre avaliar com cautela a conta do data center, uma prática não muito realizada pelos departamentos de TI hoje.Tucillo recomenda que CIOs trabalhem em conjunto com CFOs para analisar contas de serviços públicos em um esforço para descobrir as áreas que poderiam ser mais eficientes no quesito energia. Enquanto os custos mensais nem sempre correspondem às ineficiências, eles podem, pelo menos, destacar onde estão as oportunidades de melhoria.
3. Prepare-se para virtualização
Uma vez que as primeiras avaliações forem realizadas, os CIOs podem, então, examinar onde cortar o uso da eletricidade. Estratégias específicas vão variar de data center para data center. No entanto, a virtualização de servidores é uma estratégia comum e que pode reduzir o consumo de energia e custos de forma significativa, substituindo muitos servidores físicos. Para extrair o máximo da virtualização, ou qualquer atividade que visa a eficiência, a companhia tem de considerar o efeito cascata sobre as operações de data center.“Se o seu servidor de storage tem cerca de 80% de uso, é preciso garantir que está acompanhando os requisitos de energia para efetuar a correta utilização”, exemplifica Tucillo. Ao implementar virtualização, diz, a densidade de carga de trabalho aumenta em determinados servidores, com isso, energia e refrigeração devem ser ajustadas de acordo com os racks dos servidores.
A revisão da arquitetura de refrigeração pode levar a economias significativas com esforço mínimo. “Com essa ação, é possível registrar economia de eficiência energética em torno de 20% a 40%”, diz Tucillo.
Para o executivo, essa ação pode ser tão simples como mover os aparelhos de ar-condicionado para perto dos servidores virtualizados, uma estratégia chamada resfriamento close-coupled. A ideia por trás da refrigeração close-coupled é ter mais controle sobre o fornecimento de ar frio e da captura de ar quente. “Você pode empregar o resfriamento direito necessário para um determinado rack no momento em que é preciso”, explica Tucillo.
4. Preencha espaços vazios
Quando servidores virtualizados são removidos de um rack, pode-se criar problemas com a refrigeração e a eficiência energética, diz Don Beaty, presidente da DLB Associates, empresa de construção. Preencher os espaços vazios dentro de racks, cabeamento, painéis etc é vital nesse cenário.5. Adaptar abordagem
Virtualização facilita a criação de zonas. “Assim, você pode ter uma zona altamente utilizada dentro do data center, que vai permitir, literalmente, fechar toda as outras áreas do ambiente”, explica Tucillo. Por sua vez, as capacidades adequadas de energia e resfriamento podem estar localizadas precisamente onde são necessárias.Zonas organizadas de acordo com aplicativos também podem melhor permitir balanceamento de carga do data center, eficiência do servidor e requisitos de redundância. Por exemplo, aplicações de back office podem ficar em uma zona de instalação, enquanto sistemas de missão crítica em outra. Em vez de entregar a mesma quantidade de energia redundante e refrigeração por toda parte, a zona de missão crítica pode ser direcionada para os níveis mais elevados de redundância e refrigeração.
“A oportunidade de economizar energia no data center requer olhar para mais variáveis “, diz Beaty. “Eficiência de carga e redundância trabalham juntas para otimizar o consumo de energia”, completa.
6. Economize com ar que vem de fora
Além de tomar cuidado com o ar interno, o que vem de fora também deve ser levado em consideração. Beaty diz que os data centers são frequentemente mantidos por meio do aumento da temperatura de acordo com as necessidades dos equipamentos. Entretanto, os data centers podem economizar ao contar com ar externo para refrigeração.Aumentar a temperatura interna em cinco graus não vai comprometer o desempenho dos equipamentos de TI, afirma Beaty, e vai permitir que o data center aproveite os dias de frio de fora para manter-se na temperatura adequada. A economia gerada ao usar esse método pode ser vistas rapidamente. “É possível registrar economia de energia de 50% ou mais a cada hora que a companhia usar o modo economizador”, diz Beaty.
Otimizar o uso da energia por todo o data center pode ser um exercício demorado, mas seguindo esses passos relativamente simples é possível registrar grandes economias.
Fonte: Computerworld
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Cloud abrigará 10% dos e-mails corporativos até 2014
Postado em 7 de outubro de 2011 Sem comentáriosO Gartner prevê que um número crescente de empresas de todo o mundo contratarão serviços de e-mail e de colaboração utilizando soluções de Cloud Computing. Para os analistas, até 2014, 10% das mensagens encaminhadas por e-mail estarão hospedadas na nuvem. Esse índice deve chegar a 55% até 2020.
As empresas, principalmente as de pequeno porte ou que têm equipes espalhadas em diversas localidades, devem analisar os benefícios da contratação do e-mail e das ferramentas de colaboração em nuvem. Para o Gartner, demorará pelo menos uma década para que essa modalidade seja utilizada pela maior parte das organizações.
Segundo a consultoria, há três motivos que impedem empresas de migrarem para a computação em Cloud Computing em curto prazo: a necessidade de extrair o máximo de resultado dos investimentos já realizados nas ferramentas de e-mail; foco dos gestores de TI em iniciativas estratégicas; e ausência de ofertas realmente atraentes de serviços em nuvem.
Conheça as soluções de Email Profissional da Inetweb e fique tranquilo com a comunicação de sua empresa.
Fonte: Convergencia Digital
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Microsoft alerta para falha crítica que atinge aplicações em ASP.Net
Postado em 24 de setembro de 2010 Sem comentáriosA Microsoft alertou na última sexta-feira (20/09) que uma falha crítica no ASP.Net – ambiente de programação em servidores Windows – poderia ser usada por hackers para invadir páginas criptografadas da Web e roubar dados como nomes de usuário e senhas.
A vulnerabilidade se tornou pública neste mesmo dia, pouco antes do anúncio da empresa, quando dois pesquisadores, que descobriram o problema, mostraram como explorá-lo em uma conferência de segurança realizada em Buenos Aires, Argentina.
De acordo com o comunicado da companhia de Redmond, a falha atinge todas as versões do ASP.Net. Portanto, uma correção terá que ser providenciada para todos os sistemas operacionais ainda suportados, do Windows XP Service Pack 3 (SP3) e Server 2003 ao Windows 7 e Server 2008 R2. Outros produtos, como o IIS e o SharePoint também serão atualizados.
Os hackers responsáveis pela demonstração, Rizzo e Duong, disseram que os ataques que exploram a falha podem acessar aplicativos Web com prioridade administrativa, provocando desde a “perda de dados sigilosos à destruição completa do sistema”. Eles estimam que 25% de todos os sites usem o ASP.Net.
Enquanto a correção não vem
Embora a Microsoft tenha dito que uma correção está a caminho, ela não divulgou um cronograma. Enquanto isso, sugere aos desenvolvedores uma medida paliativa:“Você pode se prevenir ao ativar o recurso customError do ASP.Net, e configurá-lo para sempre retornar a mesma página de erro – independentemente da falha encontrada no servidor”, escreveu Scott Guthrie, responsável por algumas equipes de desenvolvimento da empresa, inclusive a que comanda o ASP.Net. “Ao direcionar todas as páginas de erro a um único lugar, você impedirá que um hacker distinga entre os diferentes erros ocorridos”.
O diretor de operações de segurança da empresa nCircle Security confirmou que a vulnerabilidade é “preocupante”.
“Quanto aos serviços públicos, as pessoas ficarão temerosas com ataques que poderão acessar qualquer documento. Por exemplo, arquivos ‘web.config’, nos quais estão contidos o tradicional usuário/senha”.
Para ajudar os desenvolvedores, a Microsoft publicou um script em Visual Basic capaz de detectar a vulnerabilidade em aplicações ASP.Net, além de disponibilizar um fórum exclusivo para as perguntas referentes ao problema.
Fonte: IDG Now!
Atualizado em 24/09/2010: Mais informações também disponivel no website da Microsoft em: http://www.microsoft.com/technet/security/advisory/2416728.mspx
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Esclarecimentos sobre a Hospedagem de Sites no BRASIL
Postado em 15 de setembro de 2010 4 ComentáriosQueremos declarar a nossa posição de garantir aos consumidores brasileiros que não existe nenhuma crise no mercado de hospedagem de sites no Brasil, diferentemente dos boatos levantados na internet.
Os consumidores têm realmente toda a razão em se preocupar com o nosso mercado local, afinal, a empresa líder do Brasil neste segmento está há meses oferecendo um serviço precário com instabilidades longas e constantes; e o pior de tudo é que vem piorando ainda mais com o tempo. Mas, este post não tem nenhum intuito em detalhar os problemas que essa empresa vem enfrentando, nem muito menos entrar em méritos relacionados à capacidade da mesma reverter ou não a situação.
Estamos cientes, assim como todo o mercado, dessa suposta “crise local” que se instalou exclusivamente nessa empresa. Os seus milhares de clientes insatisfeitos não param de divulgar pela internet o que pensam sobre e os detalhes dos problemas que enfrentam. As críticas são muito comuns em toda rede, seja no twitter, blog, msn, facebook, etc. Ou seja: não somos nós que queremos levantar nenhum tipo de mensagem que denigra a imagem de empresas concorrentes (até porque a concorrência pode ser saudável), mas emitir uma nota oficial (baseada no que os próprios clientes desta empresa divulgam pela internet) com o intento de defender o mercado brasileiro de hospedagem de sites. Desta forma, deixar claro que não existe nenhuma crise em nosso mercado.
A idéia de criar esse post de esclarecimento veio depois de me cansar em ver pela internet pessoas comentando que aqui no Brasil não existem empresas de hospedagem que prestem um bom serviço. Muitos dizem que todas são “um lixo”, ou que para ter qualidade é preciso contratar empresas “gringas”, assim como muitos, realmente, já fizeram isso. Compreendo plenamente o fato de muitos consumidores pensarem assim, pois a lógica parece plausível: “Se a maior do Brasil funciona dessa forma, quem dirá os demais concorrentes”. Porém, gostaria de frisar que essa empresa, atual líder de mercado no Brasil (acredito que não continuará assim por muito tempo), está muito longe de ser considerada também a melhor. Com uma simples pesquisa na internet é possível ver o que os próprios clientes acham da mesma, e o que dizem em relação a qualidade.
Quero, então, através deste post defender o mercado brasileiro de hospedagem de sites para que os consumidores não levem em consideração os problemas que competem apenas a uma empresa. Este lapso não se refere à tecnologia, mão-de-obra especializada ou outro fator que generalize todas as outras prestadoras do serviço de hospedagem. Aqui no Brasil existe, não uma, mas diversas empresas capazes de hospedar sites e e-mails, fornecer serviços de cloud computing , servidores dedicados com qualidade, estabilidade e um atendimento digno.
Como já esclareci o real intuito deste texto, vou tomar a liberdade de citar algumas empresas que eu considero e respeito, pois sei que estão investindo cada vez mais para melhorar a qualidade dos serviços e atendimento. Esquecerei que somos concorrentes, pois o que vale neste momento é a honra e imagem de um mercado inteiro, que nunca parou de lutar e sempre buscou inovação e satisfação dos clientes.
Modificado em 17/09/2010: As empresas que estão apoiando oficialmente este movimento #HostsBrasil são: SpeedServ.com, netRevenda.com, KingHost, TeHospedo, RedeHost, Inetweb e CentralServer e Hostlocation.
Logicamente, essas empresas podem possuir visões e missões diferentes, assim como os preços dos serviços também oscilam. O atendimento de uma pode ser mais focado e dedicado do que de outra, porém, como disse anteriormente, são empresas que eu respeito e sei que estão buscando melhorar sempre. Acredito que qualquer uma dessas citadas pode atender com qualidade clientes que estejam insatisfeitos com o padrão de serviço oferecido pela líder de mercado.
Nenhum cliente precisa buscar solução em empresas de hospedagem estrangeiras para ter qualidade. Valorize as empresas brasileiras, pois elas PODEM e CONSEGUEM.
Texto de Vicente Neto adaptado pela Inetweb.
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Atualização do PHP e novos módulos no Ambiente Windows 2008
Postado em 23 de abril de 2010 1 comentárioRealizamos atualizações importantes nesta semana em nossa plataforma de Hospedagem Windows 2008:
- Atualização do PHP para a versão 5.2.13;
- Instalação do IonCube Loader – para clientes que trabalham com páginas codificadas pelo IonCube;
- Liberação do módulo SOAP – para clientes que utilizam WebServices para integração entre sistemas;
Não há registros de problemas de compatibilidade até o momento, mas caso haja alguma dúvida, entre em contato com nosso suporte detalhando o problema.
Nota: Todas as atualizações de segurança são aplicadas imediatamente. Apenas divulgamos as alterações que possuem ganhos de funcionalidades ou possam ter algum impacto na programação.
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Scareware infecta 1 milhão de PCs/dia
Postado em 11 de março de 2010 Sem comentáriosO Scareware, um falso software antivírus, pode vir a ser ser o golpe on-line que mais cause prejuízos este ano, resultando em perdas financeiras e danos significativos aos computadores dos usuários, alerta a McAfee. A empresa constatou que houve um aumento de 660% na quantidade de Scareware no decorrer dos últimos dois anos e um aumento de 400% nos incidentes relatados nos últimos 12 meses.
Golpes com falsos antivírus custam anualmente milhões de dólares aos consumidores. O Scareware é um dos mais predominantes, perigosos e sofisticados golpes on-line já criados. Ele faz aproximadamente um milhão de ataques por dia em todo o mundo e o McAfee Labs estima que os cibercriminosos lucrem mais de US$ 300 milhões de dólares no mundo todo aplicando golpes nos usuários que instalaram o Scareware em suas máquinas.
”Mesmo os usuários mais experientes são alvos de ataques de ameaças on-line, já que os cibercriminosos se tornaram mais sofisticados”, afirma Jeff Green, vice-presidente sênior do McAfee Labs. “Os alertas de ameaças aos consumidores são como alarmes para evitar que os usuários sejam alvos dos perigos on-line. Estamos na linha de frente, vigiando e protegendo os usuários contra ameaças e por esse motivo achamos importante compartilhar esse conhecimento com os consumidores”, reforça o especialista em Segurança.
O falso software antivírus, conhecido como Scareware, abre uma janela na tela do usuário e o avisa de que seu computador pode estar vulnerável. Para disfarçar o golpe, os cibercriminosos criam logotipos de falsas empresas de segurança que se passam por logotipos legítimos. Essa janela pop-up solicita que o usuário examine o computador em busca de vulnerabilidades ou adquira o “software de segurança” que, na realidade, é um malware disfarçado.
Os cibercriminosos fazem com que as vítimas do Scareware em todo o mundo insiram informações sobre seus cartões de crédito, o que lhes dá acesso ao computador e aos detalhes bancários do usuário. “Esse é um negócio incrivelmente lucrativo para os cibercriminosos”, alega Francois Paget, especialista em pesquisas de segurança do McAfee Labs que estudou as falsas empresas de antivírus do mundo todo.
“Na realidade, uma empresa conhecida como ‘Innovative Marketing’ conseguiu cerca de US$ 180 milhões de dólares em um ano por meio desse tipo de golpe. Mais de 4 milhões de consumidores adquiriram o falso software de segurança da empresa, pensando que era um produto real”, informa.
Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=21932&sid=18
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Proibição de envio de spam é aprovada no Senado
Postado em 5 de março de 2010 Sem comentáriosProposta que prevê a proibição do envio de mensagens eletrônicas não solicitadas (spam) foi aprovada na terça-feira, 2, pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado. O texto agora será examinado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
O Projeto de Lei do Senado (PLS 21/04) de autoria do então senador Duciomar Costa já havia recebido parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O texto aprovado pela CE é um substitutivo elaborado pelo relator da matéria, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que confirma posição já adotada pela CCJ.
Segundo o documento, o remetente de mensagem eletrônica será obrigado a apresentar em cada mensagem, de forma clara, endereço físico ou eletrônico do remetente e mecanismo eletrônico “eficaz” pelo qual o destinatário possa facilmente exercer o direito de não mais receber mensagens daquele remetente.
“O spam vem crescendo de forma acelerada. Lota as nossas caixas postais e muitas vezes contém vírus. Todo mundo que usa e-mail convive com essa praga”, disse Azeredo, ao apresentar seu voto favorável. As informações são da Agência Senado.
Fonte: TI-INSIDE http://www.tiinside.com.br/04/03/2010/proibicao-de-envio-de-spam-e-aprovada-no-senado/ti/170135/news.aspx
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Como fazer um e-mail marketing eficiente
Postado em 1 de março de 2010 Sem comentáriosA propaganda por e-mail é a mais conhecida e eficaz ferramenta de marketing digital de que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional.
Essa forma de propaganda, porém, continua sendo mal trabalhada pela maioria das empresas. E-mails genéricos e com assuntos sem interesse por parte do receptor são alguns dos erros mais comuns, juntamente com excesso de mensagens.
Obter resultados efetivos com essa forma de promoção, como todas as outras, depende de planejamento. Muita gente ainda pensa que e-mail marketing é comprar um CD com o endereço de milhares de pessoas (quanto mais, melhor) e sair disparando mensagens, entupindo a caixa postal dos pobres coitados. Com certeza esse é o caminho mais seguro para cair na lista de anti-spam.
O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo, etc.). As vendas ou novos negócios gerados são resultado do planejamento do conjunto dessas ações e não de e-mails isolados.
Em relação à base de dados, o código de regulamentação de campanhas de e-mail marketing criado pelas próprias empresas do setor recomenda não se utilizar de fontes terceirizadas e sim formar seu próprio mailing, cadastrando os visitantes do site. Oferecer benefícios adicionais ou brindes é a forma mais eficaz de incentivar as pessoas a fornecerem informações pessoais. Novos contatos também podem ser obtidos com a equipe de vendas e atendimento ao cliente.
Sempre que possível, o conteúdo do e-mail marketing deve estar relacionado ao site da empresa. No caso de newsletters e promoções, o ideal é que a mensagem contenha links que levem ao site. É um “gancho” para que a pessoa navegue à procura de outras informações de seu interesse.
Links e botões também possuem outra função importante. As ferramentas de disparo para e-mail marketing contam com diversas formas de mensuração de resultados e podem monitorar o interesse do leitor por um determinado assunto ou produto por meio dele.
Aliás, também é recomendada a utilização destas ferramentas para realização dos disparos das campanhas. Além de agilizar o envio, possuem uma série de recursos, desde evitar que o e-mail seja classificado como spam até o monitoramento sobre quantos foram enviados com sucesso. As mais sofisticadas, inclusive, são capazes de monitorar dia da semana, horário e página que o usuário acessou.
Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/16020/email_marketing/como_fazer_um_e-mail_marketing_eficiente/




